Eugène Delacroix - "A liberdade guiando o povo" - 1830






22 de out de 2012

Deus e o Diabo na terra de Bolívar


Essa briga não é de hoje. Vem desde os tempos imemoriais. Mas sempre que um pode, tenta sacanear o outro. Mas desta vez o Diabo levantou a voz e ameaçou ir reclamar seus direitos na OEA. Diz ele que Deus passou dos limites e lhe aprontou uma das boas.

Dizem fontes internas que Deus fez uma diabrura com seu maior desafeto, o Diabo. Disse: “vou lhe fazer provar de seu próprio veneno, e em grande dose”.

Deus olhou para a América Latina e viu aquela grande confusão. Bem, isso não é novidade, aquele pedaço da Terra sempre foi uma grande confusão. Mas desta vez Deus ficou com piedade dos homens que lá habitam e pensou “vou acertar dois coelhos com uma só cajadada, darei um pouco de esperança ao povo latino americano e será um grande susto para o rabudo, vou lhe dar preocupação extra”.

Quando o Diabo abriu sua caixa de e-mail e viu a mensagem , ficou branco de raiva. Dizem testemunhas que xingou Deus como nunca, disse ser isso uma ameaça terrorista contra ele, que Deus não poderia fazer isso, não assim desse jeito. “Esse tipo de ameaça é inadmissível, estão querendo me derrubar! É um golpe das elite contra o povo aqui de baixo” urrava o chifrudo.

Lá do outro lado, ouviam-se sonoras gargalhadas de Deus, que aquela altura já rolava no chão de tanto de rir só de imaginar a cara de susto do Diabo em saber o que poderia estar lhe aguardando.

Lá pelas tantas do dia, depois de Deus já estar com câimbras de tanto rir, São Pedro tomou coragem e finalmente perguntou o que afinal tinha ele aprontado para com o Diabo que o fizera tanto rir.
“Caro Pedro” – disse o Senhor -  “resolvi pregar uma peça nele, e essa manhã ele soube Que Lula, Kirchner, Chávez, Lugo e Dilma tem câncer. 

Só de imaginar o pior, o senhor das trevas já tremeu com o medo da concorrência interna. Já pensou o inferno que aquilo iria virar?


Experiência genética

O Haddad é fruto de uma experiência genética mal feita por Lula.

Juntou-se o DNA de diversos seres da política nacional, e o que se criou foi algo que nem Mary Shelley seria capaz de conceber, de tão horrendo,  maléfico e monstruoso. 

Trata-se de um ser mutante criado com partes de Marta Suplicy, Erundina, Maluf e Pitta, e para disfarçar, colocaram uma roupagem "a la" Collor. Aqueles que tem estômago fraco, recomendo severamente que não apertem 1 + 3 na urna eletrônica, pois esta é a senha para ativar o monstro.

E segurando os cordões da marionete monstruosa está a mente piscótica mais brilhante (ou a mente brilhante  mais psicótica) do Brasil: Lula.

10 de out de 2012

O zumbi capitalista de esquerda



A militância petista daria farto material para uma tese de doutorado psicologia comportamental. São algumas hipóteses que podem ser consideradas para explicar seu comportamento.

É comum vermos estes militantes defendendo com unhas de dentes afiados o PT e todos seus integrantes, mesmo nos casos mais escabrosos e evidentes de corrupção, como ficou evidente no mensalão. Eles têm uma ideia fixa de que só há salvação se for pelo PT e que os fins justificam os meios. Alguns parecem verdadeiros zumbis, que tiveram seu cérebro sugado pela máquina petista, e saem pelas ruas a repetir as mesmas palavras de ordem, sem dar a mínima importância para a obviedade dos fatos ou mesmo para o bom senso.

Talvez sejam vítimas de algum tipo de lavagem cerebral, que os faz perder por completo a capacidade de desenvolver um raciocínio lógico com uso de senso crítico. Aliás, o senso crítico está totalmente extinto nesta espécie de militante. Apenas tratam de repetir incansavelmente as mentiras e besteiras faladas pelo seu Mestre Supremo Lula.

Mas há outra hipótese.

Estes militantes petistas podem ser na verdade a representação do mais puro CAPITALISMO. Explico. São profissionais - alguns nem tanto – que vendem seus serviços ao PT com a finalidade de ficar repetindo incessantemente a ladainha petista na esperança de que algum dia, as mentiras de tanto serem repetidas, virem verdades. Infelizmente para eles esta tática não deu certo com o caso Mensalão x Caixa 2. 

Estes profissionais, são pagos pelo PT através da máquina do governo federal – ou seja, o povo paga – usando o patrocínio de estatais (Caixa, Banco do Brasil, Petrobrás, etc,etc). Então, no fundo, “it’s all business”. Podemos achar este espécime as pencas - ou em récuas, que seria mais apropriado - pela web.

Qual a hipótese mais provável? Talvez nem uma nem outra, mas o somatório das duas, o que gera um ser mutante, uma atrocidade do sistema, um zumbi capitalista.



“Não quero impunidade ou prescrição. Quero ser julgado pelo Supremo”


Famoso pelas festas de aniversário que costumava organizar anualmente no Bar Avenida, na zona oeste da capital paulista, José Dirceu convidou em março de 2007 nada menos do que mil amigos e aliados políticos para a comemoração de seus 61 anos. Na ocasião, tomou o microfone e, para as centenas de pessoas que aceitaram o convite, o ex-chefe da Casa Civil engatou: “Não quero impunidade ou prescrição. Quero ser julgado pelo Supremo”. A plateia embalou o discurso aos gritos de “Volta Zé”, que prosseguiu com a fala: “Vamos começar, sim, a campanha pela minha anistia. Mas vamos fazer do jeito nosso. Na base do PT”.

(do Último Minuto)

Pronto Zé, seu pedido foi atendido. Boa estadia na papuda

Lula vai mandar sua secretária Dilma arrumar mais alguns ministérios para o PMDB apoiar o lulo-malufinho Haddad



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente, Michel Temer, fecharam ontem o apoio do PMDB à candidatura do petista Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo.
Os petistas se comprometeram a dar ao PMDB, em uma eventual administração de Haddad, participação proporcional à que o partido tem no plano federal.

O anúncio oficial da aliança deve ser feito hoje.

O encontro, que ocorreu pela manhã na casa de Temer, teve participação de Haddad e de Gabriel Chalita (PMDB), candidato que teve 13,6% dos votos válidos no primeiro turno.
Na reunião, Haddad e Lula negociaram inclusive a participação de vereadores do PMDB em subprefeituras.

(da Folha On Line)


9 de out de 2012

Afinal, quem é "as elite" que Lula tanto fala?



Uma coisa que sempre me deixou intrigado no discurso petista, mais particularmente nos discursos de Lula é a definição de “as elite”. “As elite” são sempre culpadas por tudo de ruim que há no Brasil, e estão sempre por trás das tentativas de golpe contra o PT e o povo.

Quem poderiam ser os membros deste seleto, temido e tão poderoso grupo?

O PT ocupa a presidência há 10 anos, e infiltrou em todos os níveis do Estado seus militantes. Dominam há 10 anos os rumos da nação. Isso é ser elite?



Ou seria Eike Batista, o homem mais rico do Brasil?



Ou seriam os banqueiros, que nestes 10 anos de governo petista, bateram todos os recordes com a benesses do governo federal?



Ou seriam coronéis da política como Sarney e Collor?




Ou seriam os ministros do STF?



Se hoje existe uma elite no Brasil, o seu maior representante e líder máximo, sem sombra de dúvidas é o próprio Lula. Então quando Lula ameaçar o Brasil novamente com “as elite”, fuja do PT!


8 de out de 2012

O maior inimigo do PSDB é o PSDB



Na manhã desta segunda-feira pós-primeiro turno eleitoral, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou que não teve dúvidas de que seu candidato fosse para o segundo turno. O que o surpreendeu, no entanto, foi José Serra ter ficado em primeiro lugar - as pesquisas mostravam que o candidato do PRB, Celso Russomanno, poderia ultrapassá-lo.


7 de out de 2012

Sinal de Vida


PUBLICADO NO ESTADÃO DESTE DOMINGO

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Tenho dito e escrito que o Brasil construiu o arcabouço da democracia, mas falta dar-lhe conteúdo. A arquitetura é vistosa: independência entre os poderes, eleições regulares, alternância no poder, liberdade de imprensa e assim por diante. Falta, entretanto, o essencial: a alma democrática.

A pedra fundamental da cultura democrática, que é a crença e a efetividade de todos sermos iguais perante a lei, ainda está por se completar. Falta-nos o sentimento igualitário que dá fundamento moral à democracia. Esta não transforma de imediato os mais pobres em menos pobres. Mas deve assegurar a todos oportunidades básicas (educação, saúde, emprego) para que possam se beneficiar de melhores condições de vida. Nada de novo sob o sol, mas convém reafirmar.

Dizendo de outra maneira, há um déficit de cidadania entre nós. Nem as pessoas exigem seus direitos e cumprem suas obrigações, nem as instituições têm força para transformar em ato o que é princípio abstrato.
Ainda recentemente um ex-presidente disse sobre outro ex-presidente, em uma frase infeliz, que diante das contribuições que este teria prestado ao país não deveria estar sujeito às regras que se aplicam aos cidadãos comuns… O que é pior é que esta é a percepção da maioria do povo, nem poderia ser diferente, porque é a prática habitual.

Pois bem, parece que as coisas começam a mudar. Os debates travados no Supremo Tribunal Federal e as decisões tomadas até agora (não prejulgo resultados, nem é preciso para argumentar) indicam uma guinada nessa questão essencial. O veredicto valerá por si, mas valerá muito mais pela força de sua exemplaridade.

Condenem-se ou não os réus, o modo como a argumentação se está desenrolando é mais importante do que tudo. A repulsa aos desvios do bom cumprimento da gestão democrática expressada com veemência por Celso de Mello e com suavidade, mas igual vigor, por Ayres Britto e Cármen Lúcia, são páginas luminosas sobre o alcance do julgamento do que se chamou de “mensalão”.

Ele abrange um juízo não político-partidário, mas dos valores que mantêm viva a trama democrática. A condenação clara e indignada do mau uso da máquina pública revigora a crença na democracia. Assim como a independência de opinião dos juízes mostra o vigor de uma instituição em pleno funcionamento.
É esse, aliás, o significado mais importante do processo do mensalão. O Congresso levantou a questão com as CPIs, a Polícia Federal investigou, o Ministério Público controlou o inquérito e formulou as acusações, e o Supremo, depois de anos de dificultoso trabalho, está julgando.

A sociedade estava tão desabituada e descrente de tais procedimentos quando eles atingem gente poderosa que seu julgamento ─ coisa banal nas democracias avançadas ─ transformou-se em atrativo de TV e do noticiário, quase paralisando o país em pleno período eleitoral. Sinal de vida. Alvíssaras!

Não é a única novidade. Também nas eleições municipais o eleitorado está mandando recados aos dirigentes políticos. Antes da campanha acreditava-se que o “fator Lula” propiciaria ao PT uma oportunidade única para massacrar os adversários. Confundia-se a avaliação positiva do ex-presidente e da atual com submissão do eleitor a tudo que “seu mestre” mandar.

É cedo para dizer que não foi assim, pois as urnas serão abertas esta noite. Mas, ao que tudo indica, o recado está dado: foi preciso que os líderes aos quais se atribuía a capacidade milagrosa de eleger um poste suassem a camisa para tentar colocar seu candidato no segundo turno em São Paulo. Até agora o candidato do PT não ultrapassou nas prévias os minguados 20%.

No Nordeste, onde o lulismo com as bolsas-família parecia inexpugnável, a oposição leva a melhor em várias capitais. São poucos os candidatos petistas competitivos. Sejam o PSDB, o DEM, o PPS, sejam legendas que formam parte “da base”, mas que se chocam nestas eleições com o PT, são os opositores eleitorais deste que estão a levar vantagem.

No mesmo andamento, em Belo Horizonte, sob as vestes do PSB (partido que cresce), e em Curitiba são os governadores e líderes peessedebistas, Aécio Neves e Beto Richa, que estão por trás dos candidatos à frente. Em um caso podem vencer no primeiro turno, noutro no segundo.

Não digo isso para cantar vitória antecipadamente, nem para defender as cores de um partido em particular, mas para chamar a atenção para o fato de que há algo de novo no ar. Se os partidos não perceberem as mudanças de sentimento dos cidadãos e não forem capazes de expressá-las, essa possível onda se desfará na praia.

O conformismo vigente até agora, que aceitava os desmandos e corrupções em troca de bem-estar, parece encontrar seus limites. Recordo-me de quando Ulysses Guimarães e João Pacheco Chaves me procuraram em 1974, na instituição de pesquisas onde eu trabalhava, o Cebrap, pedindo ajuda para a elaboração de um novo programa de campanha para o partido que se opunha ao autoritarismo.

Àquela altura, com a economia crescendo a 8% ao ano, com o governo trombeteando projetos de impacto e com a censura à mídia, pareceria descabido sonhar com vitória. Pois bem, das 22 cadeiras em disputa para o Senado, o MDB ganhou 17. Os líderes democráticos da época sintonizaram com um sentimento ainda difuso, mas já presente, de repulsa ao arbítrio.

Faz falta agora, mirando 2014, que os partidos que poderão eventualmente se beneficiar do sentimento contrário ao oportunismo corruptor prevalecente, especialmente PSDB e PSB, disponham-se cada um a seu modo ou aliando-se a sacudir a poeira que até agora embaçou o olhar de segmentos importantes da população brasileira.

Há uma enorme massa que recém alcançou os níveis iniciais da sociedade de consumo que pode ser atraída por valores novos. Por ora atuam como “radicais livres” flutuando entre o apoio a candidatos desligados dos partidos mais tradicionais e os candidatos daqueles dois partidos.

Quem quiser acelerar a renovação terá de mostrar que decência, democracia e bem-estar social podem novamente andar juntos. Para isso, mais importante do que palavras são atos e gestos. Há um grito parado no ar. É hora de dar-lhe consequência.




5 de out de 2012

O braço petista no STF



Os ministros do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli são a prova viva de que a revolução companheira triunfará. Dois advogados medíocres, cultivados à sombra do poder petista para chegar onde chegaram, eles ainda poderão render a Luiz Inácio da Silva o Nobel de Química: possivelmente seja o primeiro caso comprovado de juízes de laboratório. No julgamento do mensalão, a atuação das duas criaturas do PT vem provar, ao vivo, que o Brasil não precisa ter a menor inveja do chavismo.

Alguns inocentes chegaram a acreditar que Dias Toffoli se declararia impedido de votar no processo do mensalão, por ter advogado para o PT durante anos a fio. Participar do julgamento seria muita cara de pau, dizia-se nos bastidores. Ora, essa é justamente a especialidade da casa. Como um sujeito que só chegou à corte suprema para obedecer a um partido iria, na hora h, abandonar sua missão fisiológica?

A desinibição do companheiro não é pouca. Quando se deu o escândalo do mensalão, Dias Toffoli era nada menos do que subchefe da assessoria jurídica de José Dirceu na Casa Civil. Os empréstimos fictícios e contratos fantasmas pilotados por Marcos Valério, que segundo o processo eram coordenados exatamente da Casa Civil, estavam portanto sob as barbas bolivarianas de Dias Toffoli. O ministro está julgando um processo no qual poderia até ser réu.

A desenvoltura da dupla Lewandowski-Toffoli, com seus cochichos em plenário e votos certeiros, como na absolvição ao companheiro condenado João Paulo Cunha, deixariam Hugo Chávez babando de inveja. O ditador democrata da Venezuela nem precisa disso, mas quem não gostaria de ter em casa juízes de estimação? A cena dos dois ministros teleguiados conchavando na corte pela causa petista, como super-heróis partidários debaixo de suas capas pretas, não deixa dúvidas: é a dupla Batman e Robin do fisiologismo. Santa desfaçatez.

Já que o aparelhamento das instituições é inevitável, e que um dia seremos todos julgados por juízes de estrelinha na lapela, será que não dava para o estado-maior petista dar uma caprichada na escolha dos interventores? Seria coincidência, ou esses funcionários da revolução têm como pré-requisito a mediocridade?

Como se sabe, antes da varinha de condão de Dirceu, Dias Toffoli tentou ser juiz duas vezes em São Paulo e foi reprovado em ambas. Aí sua veia revolucionária foi descoberta e ele não precisou mais entrar em concursos – essa instituição pequeno-burguesa que só serve para atrasar os visionários. Graças ao petismo, Toffoli foi ser procurador no Amapá, e depois de advogar em campanhas eleitorais do partido alçou voo à Advocacia-Geral da União – porque lealdade não tem preço e o Estado são eles.

É claro que uma carreira brilhante dessas tinha que acabar no Supremo Tribunal Federal.

O advogado Lewandowski vivia de empregos na máquina municipal de São Bernardo do Campo. Aqui, um parêntese: está provado que as máquinas administrativas loteadas politicamente têm o poder de transformar militantes medíocres em grandes personalidades nacionais – como comprova a carreira igualmente impressionante de Dilma Rousseff. Lewandowski virou juiz com uma mãozinha do doutor Márcio Thomaz Bastos, ex-advogado de Carlinhos Cachoeira, que enxergou o potencial do amigo da família de Marisa Letícia, esposa do bacharel Luiz Inácio.

Desembargador obscuro, sem nenhum acórdão digno de citação em processos relevantes, Lewandowski reuniu portanto as credenciais exatas para ocupar uma cadeira na mais alta esfera da Justiça brasileira.

Suas diversas manobras para tumultuar o julgamento do mensalão enchem de orgulho seus padrinhos. A estratégia de fuzilar o cachorro morto Marcos Valério, para depois parecer independente ao inocentar o mensaleiro João Paulo, certamente passará à antologia do Supremo – como um marco da nova Justiça com prótese partidária.

O julgamento prossegue, e os juízes do PT no STF sabem que o que está em jogo é a integridade (sic) do esquema de revezamento Lula-Dilma no Planalto. Dependendo da quantidade de cabeças cortadas, a platéia pode começar a sentir o cheiro dos subterrâneos da hegemonia petista.


(de Guilherme Fiuza - Época)

1 de out de 2012

Pizzolato está na Europa



Desde o fim do mês de julho o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato está na Europa. Ele foi condenado no julgamento do mensalão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e peculato. 
A viagem, segundo o advogado Marthius Sávio Lobato, seria para Pizzolato tratar de "problemas familiares". "Pizzolato não queria divulgar a informação porque ele foi acompanhar problemas graves e não quer expor mais a sua família por conta do processo." O advogado diz que seu cliente estará no Brasil até o final desta semana e nega que ele pretenda fugir do País.
"Não há nenhuma ilegalidade nele viajar." Pizzolato foi julgado no primeiro bloco de crimes analisados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no final de agosto. Ele foi condenado por unanimidade pela corte, que à época ainda contava com 11 ministros. 
Por deixar os trabalhos no meio do julgamento, o ministro Cezar Peluso, que se aposentou, adiantou a pena a ser aplicada ao ex-diretor de marketing: 12 anos de prisão. O cálculo da pena ainda será discutido pelos outros ministros ao final da análise da ação. 

As informações são do jornal Folha de S.Paulo.