Eugène Delacroix - "A liberdade guiando o povo" - 1830






29 de jul de 2013

Dilma e o abraço do afogado

A declaração de Dilma à Folha nesta semana, afirmando que é impossível dissocia-la de Lula, e que Lula não vai voltar porque nunca saiu, não chega a ser uma novidade chocante para aqueles que acompanham o governo. Porém, ouvir isso da boca da presidente nos traz algumas reflexões.
Primeiro, a presidente admite publicamente e de livre e espontânea vontade sua condição de POSTE, de marionete, de alguém sem nenhum valor, que apenas existe para cumprir uma regra da legislação eleitoral, uma fraude, um embuste. Como disse, isso não é nenhuma novidade, mas ouvir isso da boca dela tem outra conotação.

Por óbvio que sua intenção não era passar atestado de vaso decorativo (aliás, para decorar algo falta muito), mas sim, tentar colar sua imagem na de Lula num momento de desespero. No momento em que seu “governo” faz mais água que o Titanic, que os aliados estão pulando fora como ratos desesperados, ela tenta lançar uma arma fatal: “eu e Lula somos a mesma pessoa”. Isso na verdade é o abraço do afogado. Dilma tenta usar Lula como uma última boia para se salvar do naufrágio.


Conhecendo-se Lula, sabe-se que ele vai repelir este abraço, jamais aceitaria afundar em prol de algum companheiro. Já deixou Genoíno, Dirceu, João Paulo e Palocci afundar sem se prestar a tábua de salvação. Não será agora que irá colar sua imagem a imagem de uma governante desqualificada.

25 de jul de 2013

Bolsa família

A mensagem abaixo circula por e-mail na net. Não sei quem é o autor, mas vale a reflexão:

Como o setor têxtil é de vital importância para a economia do Ceará, a demanda por mão de obra na indústria têxtil é imensa e precisa ser constantemente formada e preparada.

Diante disso, o Sinditêxtil fechou um acordo com o Governo do Estado, para coordenar um curso de formação de costureiras..

O governo exigiu que o curso devesse atender a um grupo de pelo menos 400 mulheres. Como o governador é do PT, exigiu que as mulheres fossem escolhidas dentre as que participam do programa Bolsa Família.O importante acordo foi fechado dentro das seguintes atribuições: O Governo entrou com o recurso;O SENAI com a formação das costureiras, através de um curso de 120 horas/aula e O Sinditêxtil, com o compromisso de enviar o cadastro das formadas às inúmeras indústrias do setor, que dariam emprego às novas costureiras. Pela carência de mão obra, a ideia não poderia ser melhor. 

Pois bem. O curso foi concluído recentemente e, com isso, os cadastros das costureiras formadas foram enviados para as empresas, que se prontificaram em fazer as contratações.E foi nessa hora que a porca torceu o rabo, gente. Anotem aí o número de contratações:ZERO!Entenderam bem? ZERO!

Sabe qual o motivo? Simples, embora triste e muito lamentável, como afirma com dó, o diretor do Sinditextil: "Todas as costureiras, por estarem incluídas no Bolsa Família, se negaram a trabalhar com carteira assinada. Para todas as 400 costureiras que fizeram o curso, o Bolsa Família é um benefício que não pode ser perdido". É para sempre. Nenhuma admite perder o subsídio


SEM NEGÓCIO:De forma uníssona, a condição imposta pelas 400 formadas é de que não se negocia a perda do Bolsa Família.Para trabalhar como costureira, só recebendo por fora, na informalidade.Como as empresas se negaram, nenhuma costureira foi aproveitada.
Casos idênticos do mesmo horror estão se multiplicando em vários setores.

É a prova cabal de que ser um VAGABUNDO dá lucro neste país, o errado agora é trabalhar.
QUEM ESTÁ CRIANDO ELEITORES DE CABRESTO, COMPRADOS ATÉ EM SUA DIGNIDADE, RECUSANDO-SE A TRABALHAR PELO SEU SUSTENTO?
 ADVINHE QUEM PAGA O PATO, TODO MÊS DESCONTANDO 27,5 % DE I.R ? Sou EU o grande idiota dessa história, que sou obrigado a trabalhar para pagar os impostos que esses VAGABUNDOS que o governo FICHOU e agora não consegue DESPEDIR.

9 de jul de 2013

Explicando Eike Batista para leigos

Uma vez, num pequeno e distante vilarejo, apareceu um homem anunciando que compraria burros por R$10,00 cada. Como havia muitos burros na região, os aldeões iniciaram a caçada. 

O homem comprou centenas de burros a R$10,00, e como os aldeões diminuíram o esforço na caça, o homem anunciou que pagaria R$20,00 por cada burro. Os aldeões foram novamente à caça, mas logo os burros foram escasseando e os aldeões desistiram da busca. 

A oferta aumentou então para R$25,00 e a quantidade de burros ficou tão pequena que já não havia mais interesse em caçá-los. O homem então anunciou que compraria cada burro por R$50,00! Como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos burros. 

Na ausência do homem, seu assistente propôs aos aldeões: - "Sabem os burros que o homem comprou de vocês? Eu posso vendê-los a vocês a R$35,00 cada. Quando o homem voltar da cidade, vocês vendem a ele pelos R$50,00 que ele oferece, e ganham uma boa bolada". 

Os aldeões pegaram suas economias e compraram TODOS os burros do assistente. Os dias se passaram, e eles nunca mais viram nem o homem, nem o seu assistente, somente burros por todos os lados."