O Brasil vive dias estranhos. O brasileiro
volta a questionar seus valores.
Uma pessoal sensata e de bons costumes, ao
ver qualquer ato de corrupção, roubo, etc, ficaria indignada, independente do
autor.
No Brasil de hoje, isso ficou relativo. “Se
for meu adversário roubando, é crime, se for meu aliado, é golpe da mídia, das
elites, ou de qualquer outra entidade abstrata”.
Isso beira o fanatismo religioso, onde os
atos escusos, são justificados pelo partido a que se pertence, que passa a
fazer o papel de seita.
Pessoas sensatas e de bons costumes, condenam
atos ilícitos, não importando a agremiação ou o partido político.
Fanáticos que tratam partido político como
seita, buscam desculpas de todo tipo para justificar seus atos, escondem-se
atrás de um suposto “golpe das elites” (elite pra mim é quem está no poder há
mais de 10 anos).
Se autoproclamar “preso político” é uma das
coisas mais ridículas que já ouvi. Estamos em uma democracia (ainda), e os
condenados fazem parte do partido político que controla o executivo há mais de
uma década, e os juízes de STF que os condenaram por ampla maioria (por vezes
unanimidade) foram quase todos (cerca de 2/3) indicados por este mesmo partido!
Chamar os membros do judiciário de “traidores”
é o mesmo que dizer que, por terem sido indicados pelo PT, automaticamente
todos os membros do PT estão acima da LEI e podem cometer qualquer delito, pois
o STF lhe deve gratidão e obediência. Oras, isso é coisa que se vê apenas em
ditaduras como Coréia do Norte, Cuba, certos países africanos, Irã e agora
recentemente Venezuela.
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